No dia em que o maestro maior – Luis Felipe Scolari – comemorou mais uma ano de vida, o GRÊMIO desfilou em campo, sob o seu comando e “patrolou” o bom time do arque rival, dentro da Arena, aplicando a primeira goleada em GRÊnais, dentro desse templo.
O time do GRÊMIO iniciou a partida de forma avassaladora. Marcando na saída de jogo do adversário e conseguindo, dessa forma, retomar a posse de bola efetivamente. A defesa segura do time IMORTAL dava suporte aos alas e aos meias, para que pudessem apoiar e chegar ao ataque. Numa saída de bola errada do adversário, Barcos lançou Dudu. Este avançou em direção à área adversária,  briblou o zagueiro colorado, centrou a bola e, já caído, Luan a empurrou para dentro do arco. Com o placar de 1 x 0, o GRÊMIO continuou marcando sob pressão, como há muito não se via. O adversário arriscou dois chutes de fora da área, sem muito perigo, fazendo o vibrante goleiro Marcelo trabalhar.
O time do GRÊMIO voltou à segunda etapa, da mesma forma que iniciou a primeira, marcando em cima e saindo em progressão ao ataque. Logo no início do período complementar, o time tricolor, em uma bela jogada, fez o seu segundo gol com o Ramiro. O gol, que poderia desestabilizar os vermelhos, relaxou o time GREMISTA por algum momento, suficiente para o recém substituto Rafael Moura desferir um bonito chute de fora da área e encobrir o arqueiro Groehe, descontando no placar. A reação esperada pelo adversário não aconteceu, porquanto o GRÊMIO “voltou” ao jogo, rapidamente, e, com a entrada de Alan Ruiz, em conjunto com todo o grupo, ampliou o placar para 4×1, definindo o escore final do GRÊnada 403.
Nem a confusão, no final da partida, maculou a exuberante apresentação do time do GRÊMIO, que foi soberano durante toda a jornada de hoje, E, por conta disso, conseguiu combater o bom combate dentro das regras do jogo e das quatro linhas.
Parabéns ao Felipão, pelo seu aniversário; Parabéns ao torcedor GREMISTA, por apoiar, incondicionalmente, o time do GRÊMIO do início ao fim; Parabéns ao GRÊMIO, por jogar como o torcedor acostumou a vê-lo jogar em outros tempos. Um GRÊMIO FORTE, AGUERRIDO & FORTE!!!
& Tenho Dito!!!
Cristiano Zucco
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21 respostas a “A vitória do Grêmio que os gremistas querem: FORTE, AGUERRIDO & BRAVO!!!”

  • B4IT4 RESULT4DO.

    Tudo voltou ao normal no RS, onde quem manda é o Grêmio. O 1×0 me servia, mas nada como Passar o carro, dar um chocolate, sarandeio, rodião pra cima da macacada. Não há o que supere o que ocorreu ontem na Arena.

    Avante platinos! Que semana…Que semana!

    Dá-Lhe Grêmio!

  • Não acompanhei o jogo por estar trabalhando no Enem. Quando liguei o celular e descobri o resultado, tomei im baita susto. Mas eu já tinha um sentimento que algo de bom estava acontecendo. Tinha uma força muito grande me empurrando pra frente e dizendo que era o nosso dia.
    sigamos com este espírito combativo e vencedor!
    DALE GRÊMIO!
    @Gus_Franco

  • Atuação exuberante! O Grêmio jogou de forma intensa; adiantou a marcação e os passes entraram. Luan: a torcida tem de ter confiança com esse cara. Ele joga muita bola. Joga fácil: conduz e dribla de forma natural. Claro que errará, pois jamais se omite. Dudu: calou-me. Ontem destruiu com o sistema defensivo do SCI. Ruiz: possui todas as características de um armador. Tem de permanecer no clube e jogar, jogar,…..Que domingo! Vídeo: Aninha, meu filho menor fez parte. Emocionante!!! E ele pediu GOL ao Luan e ao Ruiz!!! Pé quente! Paixão desde sempre (10 aninhos)! Com muito sofrimento, vem sendo lapidado para amar SEMPRE ao Grêmio!!!

    • A ala da torcida que elogia o tal do Luan, deve ser a mesma
      que pediu para o Luxemburgo ficar em 2012 e/ou a mesma que
      anda pedindo a volta do Douglas barriga em 2015.

      Jogadores com a índole do tal do Luan e do Douglas barriga
      não podem passar perto da Arena quanto mais vestir a camisa do
      Grêmio.

      P.S. Se alguém têm dúvida do motivo do 2º gol do Cruzeiro(gol
      que matou a partida) reveja o escanteio que o Luan
      “preguiça” bateu aos 30min do 2º tempo e o que aconteceu
      logo a seguir.

  • E o Grêmio engasgando gato seis meses a fio com o Prof. Pardal na
    casamata e com o zagueiro macarrão entregando Gre-Nal encima de
    Gre-Nal.

    Um rápido pitaco sobre o seu Luan:

    Embora ele tenha feito o 1º gol (gol que até a minha falecida avó
    faria) e tenha dado o passe para o 2º. É um jogador que sem pegada.

    O Luan, no máximo, da uma cercadinha de leve no adversário. E para
    por aí.

    Douglas barriga já bastou um.

    Mais…

    Alguém da comissão técnica têm que avisar o seu Luan que não se da
    aquele passe lateral a La Toninho Cerezo na Copa de 82.

    No 1º, por sorte, não redundou em nada para os morangos.

    No 2º, ele armou o contra-ataque para os morangos e se o Geromel não
    faz a falta providencial no Nilmar (que redundou em amarelo para o
    Geromel), o Nilmar ficaria na cara do Groe.

    Aliás naquele lance, se ao invés do amarelo, o Geromel tivesse tomado
    o vermelho, iria entrar o glorioso Werley na zaga e poria tudo a
    perder no Gre-Nal.

    Já que o Felipão colocou o macarrão no banco e não o Bressan.

      • Coisa básica no futebol:

        Não se faz um passe horizontal em profundidade em direção
        ao meio campo com o meio campo congestionado e/ou se vc
        estiver acoçado por um adversário.

        O Luan fez isso duas vezes durante o Gre-Nal e na 2ª o
        Nilmar roubou a bola e ia entrar cara a cara com o Groe
        não fosse a falta providencial do Geromel.

        P.S. Lance como esse consagrou o Paolo Rossi na Copa de
        82.

        • Ok, Alex! Mas e os acertos do Luan? Respeito o que pensas dele, mas divirjo frontalmente. Luana SERÁ craque!! Joga fácil demais. Concordo que ele tem de se ligar mais. Talvez falte alguém para conversar com ele (entrar no jogo pulsando, cuidar-se durante as folgas……). Mas futebol ele tem de sobra. Abraço!

          • Ruschel, se tu leu todo meu comentário tu deve ter lido tb que citei o gol e o passe dele para o 2º gol.

            “Craque” que não pega não pode nem fardar a camisa do Grêmio.

            Se tu puxar pela memória o Paulo Nunes (ATACANTE DE OFÍCIO) era um dos mais murrinhas no time do
            Felipão de 95:

            Chafurdava o adversário já na saida de bola e vivia roubando a bola do adversário.

            O que não se vê no Luan.

            Acho que a questão não é conversa e sim de ÍNDOLE do jogador.

            Um exemplo:

            Tu pode colocar o Shinyashiki, o Rinus Michels ou o Guardiola pra conversar com o Douglas barriga que ele não vai pegar.

            É da índole deles.

          • Ok, Alex! É que “minimizaste” o gol dele (oportunismo, esforço, ralou o traseiro….)! Mas tudo bem. É divergindo que se constrói! Juntos pelo Grêmio!! Abração!!

  • Domingo perfeito! Céu azul, calor, ceva gelada, Arena lotada e uma vitória histórica do Tricolor.
    Agora, como eu não consigo passar um jogo sem reclamar da arbitragem, acho que o placar elástico escondeu as falhas do juiz.
    Revendo os lances na tv eu afirmo que não tinha como o Wilians não ter sido expulso. Depois de ter tomado amarelo fez mais umas três faltas passíveis de cartão, assim como o garnizé chutou o Alan Ruiz por trás e passou o 2º tempo bagunçando o jogo.
    No mínimo mais uns 5 minutos de acréscimo.
    Graças a ele não passamos a Chapecoense…

  • Foi grande o estrago…
    Choradeira, demissão, gandula, Alan Ruiz y algo más!!!!
    De tudo que vi ontem o que mais me agradou foi o Bressan na hora da confusão entrando a milhão no meio do “banzé”…
    “Touro em rodeio alheio vira vaca!!!!!!!”

    DEIXO UMA HOMENAGEM AO BOCHINCHO DE ONTEM.
    JAYME CAETANO BRAUN
    A um bochincho – certa feita,
    Fui chegando – de curioso,
    Que o vicio – é que nem sarnoso,
    nunca pára – nem se ajeita.
    Baile de gente direita
    Vi, de pronto, que não era,
    Na noite de primavera
    Gaguejava a voz dum tango
    E eu sou louco por fandango
    Que nem pinto por quireral.

    Atei meu zaino – longito,
    Num galho de guamirim,
    Desde guri fui assim,
    Não brinco nem facilito.
    Em bruxas não acredito
    ‘Pero – que las, las hay’,
    Sou da costa do Uruguai,
    Meu velho pago querido
    E por andar desprevenido
    Há tanto guri sem pai.

    No rancho de santa-fé,
    De pau-a-pique barreado,
    Num trancão de convidado
    Me entreverei no banzé.
    Chinaredo à bola-pé,
    No ambiente fumacento,
    Um candieiro, bem no centro,
    Num lusco-fusco de aurora,
    Pra quem chegava de fora
    Pouco enxergava ali dentro!

    Dei de mão numa tiangaça
    Que me cruzou no costado
    E já sai entreverado
    Entre a poeira e a fumaça,
    Oigalé china lindaça,
    Morena de toda a crina,
    Dessas da venta brasina,
    Com cheiro de lechiguana
    Que quando ergue uma pestana
    Até a noite se ilumina.

    Misto de diaba e de santa,
    Com ares de quem é dona
    E um gosto de temporona
    Que traz água na garganta.
    Eu me grudei na percanta
    O mesmo que um carrapato
    E o gaiteiro era um mulato
    Que até dormindo tocava
    E a gaita choramingava
    Como namoro de gato!

    A gaita velha gemia,
    Ás vezes quase parava,
    De repente se acordava
    E num vanerão se perdia
    E eu – contra a pele macia
    Daquele corpo moreno,
    Sentia o mundo pequeno,
    Bombeando cheio de enlevo
    Dois olhos – flores de trevo
    Com respingos de sereno!

    Mas o que é bom se termina
    – Cumpriu-se o velho ditado,
    Eu que dançava, embalado,
    Nos braços doces da china
    Escutei – de relancina,
    Uma espécie de relincho,
    Era o dono do bochincho,
    Meio oitavado num canto,
    Que me olhava – com espanto,
    Mais sério do que um capincho!

    E foi ele que se veio,
    Pois era dele a pinguancha,
    Bufando e abrindo cancha
    Como dono de rodeio.
    Quis me partir pelo meio
    Num talonaço de adaga
    Que – se me pega – me estraga,
    Chegou levantar um cisco,
    Mas não é a toa – chomisco!
    Que sou de São Luiz Gonzaga!

    Meio na volta do braço
    Consegui tirar o talho
    E quase que me atrapalho
    Porque havia pouco espaço,
    Mas senti o calor do aço
    E o calor do aço arde,
    Me levantei – sem alarde,
    Por causa do desaforo
    E soltei meu marca touro
    Num medonho buenas-tarde!

    Tenho visto coisa feia,
    Tenho visto judiaria,
    Mas ainda hoje me arrepia
    Lembrar aquela peleia,
    Talvez quem ouça – não creia,
    Mas vi brotar no pescoço,
    Do índio do berro grosso
    Como uma cinta vermelha
    E desde o beiço até a orelha
    Ficou relampeando o osso!

    O índio era um índio touro,
    Mas até touro se ajoelha,
    Cortado do beiço a orelha
    Amontoou-se como um couro
    E aquilo foi um estouro,
    Daqueles que dava medo,
    Espantou-se o chinaredo
    E amigos – foi uma zoada,
    Parecia até uma eguada
    Disparando num varzedo!

    Não há quem pinte o retrato
    Dum bochincho – quando estoura,
    Tinidos de adaga – espora
    E gritos de desacato.
    Berros de quarenta e quatro
    De cada canto da sala
    E a velha gaita baguala
    Num vanerão pacholento,
    Fazendo acompanhamento
    Do turumbamba de bala!

    É china que se escabela,
    Redemoinhando na porta
    E chiru da guampa torta
    Que vem direito à janela,
    Gritando – de toda guela,
    Num berreiro alucinante,
    Índio que não se garante,
    Vendo sangue – se apavora
    E se manda – campo fora,
    Levando tudo por diante!

    Sou crente na divindade,
    Morro quando Deus quiser,
    Mas amigos – se eu disser,
    Até periga a verdade,
    Naquela barbaridade,
    De chinaredo fugindo,
    De grito e bala zunindo,
    O gaiteiro – alheio a tudo,
    Tocava um xote clinudo,
    Já quase meio dormindo!

    E a coisa ia indo assim,
    Balanceei a situação,
    – Já quase sem munição,
    Todos atirando em mim.
    Qual ia ser o meu fim,
    Me dei conta – de repente,
    Não vou ficar pra semente,
    Mas gosto de andar no mundo,
    Me esperavam na do fundo,
    Saí na Porta da frente…

    E dali ganhei o mato,
    Abaixo de tiroteio
    E inda escutava o floreio
    Da cordeona do mulato
    E, pra encurtar o relato,
    Me bandeei pra o outro lado,
    Cruzei o Uruguai, a nado,
    Que o meu zaino era um capincho
    E a história desse bochincho
    Faz parte do meu passado!

    E a china – essa pergunta me é feita
    A cada vez que declamo
    É uma coisa que reclamo
    Porque não acho direita
    Considero uma desfeita
    Que compreender não consigo,
    Eu, no medonho perigo
    Duma situação brasina
    Todos perguntam da china
    E ninguém se importa comigo!

    E a china – eu nunca mais vi
    No meu gauderiar andejo,
    Somente em sonhos a vejo
    Em bárbaro frenesi.
    Talvez ande – por aí,
    No rodeio das alçadas,
    Ou – talvez – nas madrugadas,
    Seja uma estrela Xirua
    Dessas – que se banha nua
    No espelho das aguadas!

  • Esse é o Grêmio que queremos. É assim que se joga clássico!

    Mas melhor que a goleada, foi ver crianças e adolescentes emocionados com a vitória. Valeu o dia.

    @denisfpalmeida

  • Que bom ver o NOSSO GRÊMIO de volta. Com gana, com raça, com raiva, com força e vontade de vencer os VERMElhoS. Uma vitória para lavar a alma e devolver a nossa dignidade, que essa vitória seja finalmente um divisor de águas na nossa história recente. Desde o primeiro minuto se via que tinha algo diferente, poderíamos até não vencer, mas não seria da forma resignada e descompromissada com que disputamos os clássicos nos últimos anos. Lindo video do Prata, como sempre, pensando no GRÊMIO acima de tudo.

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