Fato público e notório que o MOVIMENTO GRÊMIO DO PRATA juntamente com sócios tricolores – perfazendo o número total de 500 assinaturas – protocolou em março deste ano um requerimento pleiteando a reabertura do caso contra o Sr. JOSÉ ALBERTO MACHADO GUERREIRO – (ex-presidente do Clube GRÊMIO FOOT-BALL PORTO ALEGRENSE) e, consequentemente, a exclusão do mesmo do quadro associativo do Clube. Destaca-se que o caso foi aberto em razão das fortes evidências de que o então Presidente do Grêmio José Alberto Machado Guerreiro teria cometido estelionato contra o Clube o qual geria.

Essas evidências foram confirmadas pelo Poder Judiciário do Rio Grande do Sul, que condenou-o pela prática do crime acima asseverado, nos termos do art. 171 do Código de Processo Penal Brasileiro. Salienta-se, por oportuno, que a postulação em comento foi toda elaborada de acordo com o Estatuto do Grêmio e o Código de Ética do Clube, que conferem o direito de todo associado protocolar junto ao Conselho de Deliberativo quaisquer tipos de requerimento que entendam por necessário.

Pois bem, após esse breve histórico, insta referir que há exatos 36 (trinta e seis) dias obtivemos do Presidente do Conselho Deliberativo – Sr. Raúl Regis de Freitas Lima – que a decisão acerca do caso ocorreria em 10 (dez) dias. Do prazo estipulado pelo Sr. Raúl Régis para que fosse proferida a decisão já transcorreram 35 (trinta e cinco) dias. Sejamos francos, senhores, esta decisão vem sendo adiada há mais três anos. O visualizamos aqui é um frontal desrespeito ao Estatuto do Grêmio que prevê em seu artigo 48 que todo aquele lesar o clube será submetido a julgamento e, se assim comprovado, será excluído do Clube. Obviamente, o único motivo de não levar o ex- Presidente Guerreiro a julgamento no Conselho do Grêmio é que não há como absolvê-lo, pois a decisão judicial é clara no sentido que o delito foi cometido.

Por outro lado, todos nós sabemos que ele ainda exerce pressão junto aos conselheiros, em uma tentativa da amedrontá-los na hora de tomar uma decisão. Se existe mais alguém envolvido nos crimes cometidos por esse senhor, deverá também por eles responder e tomar o mesmo destino, qual seja: a exclusão do quadro associativo do Grêmio.

Por uma questão de democracia, respeito ao Clube regramento do Clube e aos seus Associados, não há mais como procrastinar esta decisão. Se nós Gremistas pretendemos voltar a sermos os Grandes Campeões que somos, precisamos exorcizar esses fantasmas que rondam o Olímpico Monumental. É uma questão de JUSTIÇA que impera!

Eduardo Vasconcellos – Núcleo Jurídico
Movimento Grêmio do Prata
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